- Materiais impressosR$ 16 mil35,4%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil20,3%
- Locação de imóveisR$ 2 mil3,4%
- Outras 5 categoriasR$ 18 mil40,9%
Mauri Zucco (Mauri Jose Zucco) disputou 4 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Coronel Freitas em 2012 e 2008; vice-prefeito de Coronel Freitas em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Coronel Freitas/SC: 3.707 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Coronel Freitas/SC, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 60% com combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauri Jose Zucco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauri Zucco declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Coronel Freitas (SC) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil). Em 2008, 60% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.