Cézar Luiz

Foto de Cézar Luiz Pichetti
Cézar Luiz
Cézar Luiz Pichetti (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSD
48 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cézar Luiz (Cézar Luiz Pichetti) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Concórdia em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Concórdia/SC: 19.289 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Concórdia/SC, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 153 mil.

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Evolução da votação nas eleições

8.681 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Cézar Luiz Pichetti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 107 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos contratados

Cézar Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Concórdia (SC) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 21 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Em 2012, R$ 153 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 107 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 105 milcontratados
Gastos em 2012R$ 153 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Concórdia (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 47% · partido 33% · pessoas 11% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 105 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 21 mil20,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil18,4%
  • Materiais impressosR$ 12 mil11,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil9,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil40,2%
2012Prefeito, Concórdia (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 214 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 10% · empresas 4%
Gasto contratado
R$ 153 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 45 mil29,6%
  • Serviços de terceirosR$ 33 mil21,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil18,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil6,9%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil23,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892