Claiton Custódio da Silva

Foto de Claiton Custódio da Silva
Claiton Custódio da Silva
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PP
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados
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Claiton Custódio (Claiton Custódio da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Capetinga em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em Capetinga/MG: 177 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Capetinga/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 22). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 88% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

136 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Claiton Custódio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Claiton Custódio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Capetinga (MG) em 2012, e vereador em Capetinga (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2012, 88% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Capetinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil63,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil36,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 220,6%
2012Prefeito, Capetinga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil87,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2002,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 804 lançados como "diversas a especificar"R$ 8049,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Claiton Custódio da Silva (Claiton Custódio): candidaturas e votos · Radar do Voto