Ilson Mauro da Silva Brum

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Ilson Mauro da Silva Brum
9 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PSB
57 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Mauro Brum (Ilson Mauro da Silva Brum) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vereador, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Uruguaiana em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Uruguaiana/RS: 15.780 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Uruguaiana/RS, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 229 mil em 2016 e R$ 200 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

575 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Ilson Mauro da Silva Brum em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 27 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Mauro Brum declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, vereador em Uruguaiana (RS) em 2008 e 2020, e prefeito em Uruguaiana (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Em 2016, R$ 229 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 200 mil em gastos contratados.

Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil44,3%
  • Materiais impressosR$ 7 mil28,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2801,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 7 mil26,5%
2016Prefeito, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 229 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 44% · partido 1% · pessoas 51% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 229 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 44 mil19,1%
  • Materiais impressosR$ 13 mil5,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil1,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil1,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil0,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 165 mil71,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 274 mil
18 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · partido 30% · pessoas 37% · empresas 20% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 200 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39 mil19,4%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 19 mil9,4%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil4,8%
  • PessoalR$ 4970,2%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 392 lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 102 mil51,1%
2008Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 32% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil20,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 525 lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil71,8%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 31% · empresas 56% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil12,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil11,2%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil72,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Ilson Mauro da Silva Brum (Mauro Brum): candidaturas e votos · Radar do Voto