- Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil50,7%
- Locação de imóveisR$ 6 mil27,9%
- Materiais impressosR$ 3 mil17,0%
- Materiais de expedienteR$ 4502,3%
- Outras 2 categoriasR$ 4202,1%
Segundo o Radar do Voto, Carlos Tubarão (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 3.381 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Tubarão (Carlos Roberto Machado Monteiro) disputou 8 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Torres em 2016, 2012 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Torres/RS: 4.386 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 849 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil), locação de imóveis (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 61 mil em 2020 e R$ 13 mil em 2016.
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A votação de Carlos Roberto Machado Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Tubarão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Torres (RS) em 2008, 2012 e 2016, prefeito em Torres (RS) em 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 849 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e locação de imóveis (R$ 6 mil); R$ 12 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 61 mil em gastos; em 2016, 70% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.