Vilmar Lourenço

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Vilmar Lourenço
4 eleições entre 2012 e 2022 · último partido PP
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vilmar Lourenço disputou 4 eleições entre 2012 e 2022, para deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 18.836 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 380 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 484 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 85 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e publicidade por carros de som (R$ 37 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 104 mil em 2018 e R$ 82 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

18.836 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Vilmar Lourenço em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 500 mil em receitas · R$ 484 mil em gastos

Vilmar Lourenço declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Sapucaia do Sul (RS) em 2012, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 500 mil em receitas: R$ 380 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 484 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 85 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil). Em 2018, R$ 104 mil em gastos; em 2012, 64% dos R$ 82 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 500 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 484 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 104 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32012, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 500 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 76% · pessoas 2% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 484 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 85 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 68 mil14,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 37 mil7,7%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil3,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 220 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 275 mil56,7%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 113 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 7% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 104 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 32 mil30,9%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil16,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil12,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil11,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 29 mil27,9%
2012Prefeito, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 85 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 93% · pessoas 3% · empresas 4% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 52 mil63,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil9,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil8,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil6,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892