Jair Rodrigues Mendes

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Jair Rodrigues Mendes
7 eleições entre 2004 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
54 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Jair Mendes (Jair Rodrigues Mendes) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 2.102 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2020 (61% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 4 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.909 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Jair Rodrigues Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 31 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos

Jair Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Rosário do Sul (RS) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2022, e prefeito em Rosário do Sul (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2020, 61% dos R$ 11 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2016, 57% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 64% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil57,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil30,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil7,1%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil5,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 1430,5%
2020Prefeito, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
FEFC 5% · Fundo Partidário 82% · pessoas 4% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 11 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil61,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 9839,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8828,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 220,2%
2016Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil56,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil43,2%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil100,0%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil76,8%
  • Locação de imóveisR$ 80015,5%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2504,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1001,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 501,0%
2008Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil50,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil37,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2037,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1003,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 190,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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