Alsom Pereira da Silva

Foto de Alsom Pereira da Silva
Alsom Pereira da Silva
7 eleições entre 2004 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
82 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Comparar

Alsom Silva (Alsom Pereira da Silva) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rosário do Sul em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Rosário do Sul/RS: 7.971 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rosário do Sul/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 686 de outros recursos do partido, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 500), publicidade por materiais impressos (R$ 240) e publicidade por adesivos (R$ 150). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 31 mil em 2018 (76% com militância e mobilização de rua) e R$ 14 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

166 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Alsom Pereira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Alsom Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Rosário do Sul (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 686 de outros recursos do partido, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 500) e publicidade por materiais impressos (R$ 240). Em 2018, 76% dos R$ 31 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, 51% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido 29% · pessoas 29% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 50049,2%
  • Materiais impressosR$ 24023,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 15014,8%
  • PessoalR$ 12612,4%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 64% · partido e outras campanhas 19% · pessoas 5% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil76,4%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil9,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil3,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 35% · pessoas 44% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil50,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil25,2%
  • HospedagemR$ 2 mil13,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5804,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 9006,3%
2012Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 38% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil52,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil37,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4805,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4004,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 13 doados a outros candidatos e partidosR$ 130,1%
2008Vereador, Rosário do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 20% · empresas 64% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil33,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil28,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 1 mil10,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8157,5%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 739 doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil20,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885