- Serviços de terceirosR$ 11 mil58,4%
- Materiais impressosR$ 4 mil21,6%
- Outras 3 categoriasR$ 4 mil20,1%
Osvaldo Gomes disputou 6 eleições entre 1998 e 2020, para vereador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Passo Fundo em 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Passo Fundo/RS: 44.444 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Passo Fundo/RS, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 229 mil em 2016 (76% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 92 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Osvaldo Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Osvaldo Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Passo Fundo (RS) em 2012 e 2016, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, e vereador em Passo Fundo (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2016, 76% dos R$ 229 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 92 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.