48 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental completo
Cabeleireiro e Barbeiro
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro de Oliveira (Pedro Soares de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2008 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Nova Hartz em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 7.097 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com pessoal (R$ 48 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 55 mil em 2018 e R$ 7 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
3.825 votos em 2022 · 5 eleições
A votação de Pedro Soares de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 50 mil em receitas · R$ 81 mil em gastos contratados
Pedro de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Nova Hartz (RS) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com pessoal (R$ 48 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Em 2018, R$ 55 mil em gastos; em 2016, R$ 7 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 81 milcontratados
Gastos em 2018R$ 55 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
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Vereador · 2012ELEITO331LNova Hartz, Rio Grande do Sul · 38 anos · Ensino fundamental incompleto · Cabeleireiro e Barbeiro · PSC · nº 20620 · ver resultado completo
Vereador · 2008202não eleitoLNova Hartz, Rio Grande do Sul · 34 anos · Ensino fundamental incompleto · Cabeleireiro e Barbeiro · PPS · nº 23041 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.