Manu Caliari

Foto de Manoela Gonçalves da Costa Caliari
Manu Caliari
Manoela Gonçalves da Costa Caliari (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PRB
32 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manu Caliari (Manoela Gonçalves da Costa Caliari) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Gramado em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Gramado/RS: 890 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Gramado/RS, declarou R$ 34 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 8 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 37 mil, 45% com publicidade por jornais e revistas.

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Evolução da votação nas eleições

799 votos em 2016 (eleita) · 2 eleições

A votação de Manoela Gonçalves da Costa Caliari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 34 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Manu Caliari declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Gramado (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 34 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Em 2012, 45% dos R$ 37 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2016R$ 34 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 34 milcontratados
Gastos em 2012R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Gramado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil23,7%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil14,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil7,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 11 mil31,5%
2012Vereadora, Gramado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
sem doações de pessoas
partido menos de 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 16 mil44,6%
  • Materiais impressosR$ 8 mil22,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil17,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil5,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil10,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892