Tchino

Foto de Carlos Augusto Lopes Acosta
Tchino
Carlos Augusto Lopes Acosta (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PP
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tchino (Carlos Augusto Lopes Acosta) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Chuí/RS: 37 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Chuí/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 93 do Fundo Partidário, R$ 800 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), serviços de terceiros (R$ 800) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 305, 67% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

37 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Carlos Augusto Lopes Acosta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Tchino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Chuí (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 93 do Fundo Partidário, R$ 800 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 800). Em 2012, 67% dos R$ 305 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 305contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Chuí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 4% · pessoas 36% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil48,9%
  • Serviços de terceirosR$ 80035,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30013,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 452,0%
2012Vereador, Chuí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 7% · pessoas 51% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 305
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20567,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10032,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892