Marco Reis

Foto de Marco Antônio Santos Reis
Marco Reis
Marco Antônio Santos Reis (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PV
55 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental completo
Policial Militar
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marco Reis (Marco Antônio Santos Reis) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 254 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 350 de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (87% com cessão ou locação de veículos) e R$ 333 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

254 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Marco Antônio Santos Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 4 mil em receitas

Marco Reis declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Charqueadas (RS) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 350 de doações privadas. Em 2016, 87% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2012, 76% dos R$ 333 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 91% · pessoas 9%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Charqueadas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil87,5%
  • Materiais impressosR$ 4058,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2004,1%
2012Vereador, Charqueadas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 333
doações de pessoas
Fundo Partidário 24% · pessoas 76%
Gasto contratado
R$ 333
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25376,0%
  • Materiais impressosR$ 8024,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892