Luis Fernando Possamai

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Luis Fernando Possamai
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PC do B
64 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Possamai (Luís Fernando Possamai) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Caxias do Sul/RS: 1.877 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Caxias do Sul/RS, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 774 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 871 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 800), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 750) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 21). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 71% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

139 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Luis Fernando Possamai em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Possamai declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Caxias do Sul (RS) em 2012, e vereador em Caxias do Sul (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 774 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 871 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 800) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 750). Em 2012, 71% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
FEFC 32% · pessoas 36% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 80050,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 75047,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 211,3%
2012Prefeito, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
sem doações de pessoas
empresas 73% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil71,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil29,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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