Marcos Daneluz (Marcos Antonio Daneluz) disputou 7 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Caxias do Sul em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Caxias do Sul/RS: 64.211 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 702 mil em receitas: R$ 599 mil de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 70 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 702 mil, principalmente com pessoal (R$ 270 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 133 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 110 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 582 mil em 2012 e R$ 140 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
31.570 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Marcos Antonio Daneluz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 702 mil em receitas · R$ 702 mil em gastos contratados
Marcos Daneluz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, vereador em Caxias do Sul (RS) em 2008, e prefeito em Caxias do Sul (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 702 mil em receitas: R$ 599 mil de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 70 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 702 mil, principalmente com pessoal (R$ 270 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 133 mil). Em 2012, R$ 582 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 140 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 702 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 702 milcontratados
Gastos em 2012R$ 582 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 69% · pessoas 26% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 15 mil36,0%
Materiais impressosR$ 13 mil31,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil13,0%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil4,7%
Outras 8 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil15,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO3.182LCaxias do Sul, Rio Grande do Sul · 39 anos · Superior completo · Trabalhador Agrícola · PT · nº 13444 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PC do B / PPS / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.