Vitor Antonio Xavier de Morais

Foto de Vitor Antonio Xavier de Morais
Vitor Antonio Xavier de Morais
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PDT
52 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Policial Militar
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Vitor Xavier (Vitor Antonio Xavier de Morais) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Carazinho/RS: 835 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Carazinho/RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 166 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 83% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

523 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Vitor Antonio Xavier de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Vitor Xavier declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Carazinho (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 166 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2012, 83% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Carazinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 3% · partido 80% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil36,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil33,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil16,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 67511,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 881,5%
2012Vereador, Carazinho (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil82,5%
  • Materiais impressosR$ 52917,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Vitor Antonio Xavier de Morais (Vitor Xavier): candidaturas e votos · Radar do Voto