3 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PSOL
62 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ana Fogaça (Ana Maria da Silva Fogaça) disputou 3 eleições entre 1996 e 2012, para prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Cachoeirinha em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por RS: 13.521 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Cachoeirinha/RS, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.540 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de Ana Maria da Silva Fogaça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 36 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados
Ana Fogaça declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Cachoeirinha (RS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil).
partido e outras campanhas 1% · pessoas 32% · empresas 3% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 18 mil54,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,7%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,8%
Materiais de expedienteR$ 24menos de 0,1%
Outras 1 categoriainclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil35,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2012NÃO ELEITO4.540LCachoeirinha, Rio Grande do Sul · 62 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PSOL · nº 50 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE13.521GRS · 52 anos · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Publico) · PT · nº 13666 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB / PMN / PC do B
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA513LCachoeirinha, Rio Grande do Sul · 46 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.