Oscar Streb Sartório

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Oscar Streb Sartório
9 eleições entre 2000 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
64 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Oscar Sartório (Oscar Streb Sartório) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cachoeira do Sul em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cachoeira do Sul/RS: 11.744 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 59 mil em 2016 (59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 43 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

6.317 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Oscar Streb Sartório em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 64 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos

Oscar Sartório declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2018, vereador em Cachoeira do Sul (RS) em 2008, e prefeito em Cachoeira do Sul (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2016, 59% dos R$ 59 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, 54% dos R$ 43 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 64 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 45 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 59 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 63% · partido e outras campanhas 23% · pessoas 6% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 45 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil43,8%
  • Materiais impressosR$ 10 mil22,1%
  • Locação de imóveisR$ 9702,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7001,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 14 mil30,4%
2016Prefeito, Cachoeira do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 68% · partido 2% · pessoas 21% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil22,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil2,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4000,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1000,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 44 mil74,8%
2012Prefeito, Cachoeira do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 13% · empresas 82% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil53,8%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil5,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 18 mil41,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Cachoeira do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil78,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil21,9%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil47,3%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil23,7%
  • Locação de imóveisR$ 9007,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 3 mil21,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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