- Materiais impressosR$ 4010,4%
- Outras 2 categoriasR$ 34389,6%
Rosane (Rosane Terres da Rosa) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Barra do Quaraí em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Barra do Quaraí/RS: 146 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em Barra do Quaraí/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 40 de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 413 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 383, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 183), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 160) e publicidade por materiais impressos (R$ 40). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 77% com pessoal.
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A votação de Rosane Terres da Rosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosane declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Barra do Quaraí (RS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 40 de outros recursos do partido, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 413 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 383, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 183) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 160). Em 2008, 77% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.