Divino

Foto de Jose Divino Pereira Lima
Divino
Jose Divino Pereira Lima (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PRP
38 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Divino (José Divino Pereira Lima) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de São João da Baliza em 2012; vereador de São João da Baliza em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em São João da Baliza/RR: 1.472 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São João da Baliza/RR, declarou R$ 300 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200) e militância e mobilização de rua (R$ 100). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 43 mil, 61% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

9 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Jose Divino Pereira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 300 em receitas · R$ 300 em gastos contratados

Divino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São João da Baliza (RR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 300 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200) e militância e mobilização de rua (R$ 100). Em 2012, 61% dos R$ 43 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 300campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 300contratados
Gastos em 2012R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, São João da Baliza (RR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20066,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10033,3%
2012Prefeito, São João da Baliza (RR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 56% · empresas 41% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26 mil60,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil12,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil5,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 56 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil2,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892