- Serviços de terceirosR$ 27 mil47,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil20,4%
- Publicidade por adesivosR$ 6 mil11,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil9,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 12 doados a outros candidatos e partidosR$ 6 mil11,3%
Moacir Mota (Moacir José Bezerra Mota) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Amajari em 2012. Na campanha de 2016 para prefeito em Amajari/RR, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 27 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 80 mil, 48% com cessão ou locação de veículos.
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Moacir Mota declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Amajari (RR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 27 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil). Em 2012, 48% dos R$ 80 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.