Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adilson Julio (Adilson Julio Pereira) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rolim de Moura/RO: 5.135 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rolim de Moura/RO, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 93 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2012 e R$ 37 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
4.266 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições
A votação de Adilson Julio Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 105 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos contratados
Adilson Julio declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Rolim de Moura (RO) em 2008, deputado estadual por Rondônia em 2010, e prefeito em Rolim de Moura (RO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 93 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil). Em 2012, R$ 27 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 37 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 105 milcontratados
Gastos em 2012R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3205,4%
Outras 4 categoriasR$ 1 mil18,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO4.266LRolim de Moura, Rondônia · 46 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Municipal · PSB · nº 40 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE556LRolim de Moura, Rondônia · 38 anos · Superior completo · Servidor Público Municipal · PTN · nº 19789 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE450LRolim de Moura, Rondônia · 34 anos · Superior completo · Servidor Publico Municipal · PTN · nº 19789 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.