Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Licélio Guimarães (Licelio Jackson Guimarães) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeito em Itajá/RN e foi eleito com 3.231 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Itajá/RN, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 15 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 18 mil), comícios (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 85 mil em receitas · R$ 70 mil em gastos contratados
Licélio Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Itajá (RN) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 85 mil em receitas: R$ 15 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 16 mil de empresas e R$ 49 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 18 mil) e comícios (R$ 15 mil).
partido e outras campanhas 17% · pessoas 7% · empresas 19% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 18 mil25,6%
ComíciosR$ 15 mil20,9%
Materiais impressosR$ 12 mil17,1%
Serviços de terceirosR$ 4 mil5,7%
Outras 7 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 22 mil30,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.