- Publicidade por carros de somR$ 20 mil26,0%
- Materiais impressosR$ 17 mil21,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil15,0%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil7,8%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil29,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Júnior Batista (Expedito Edilson Chimbinha Júnior) disputou 2 eleições entre 2004 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Angicos em 2012; vice-prefeito de Angicos em 2004. Na campanha de 2012 para prefeito em Angicos/RN, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (79 doadores), R$ 23 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Expedito Edilson Chimbinha Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Júnior Batista declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Angicos (RN) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 20 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (79 doadores), R$ 23 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 77 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.