Rodrigo Wrencher Cosenza

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Rodrigo Wrencher Cosenza
5 eleições entre 2012 e 2020 · PSOL
41 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
redes informadas ao TSE
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Rodrigo Cosenza (Rodrigo Wrencher Cosenza) disputou 5 eleições entre 2012 e 2020, para vereador, deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 565 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Teresópolis/RJ, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), pessoal (R$ 1 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 410). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2018 (74% com publicidade por materiais impressos) e R$ 760 em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

145 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Rodrigo Wrencher Cosenza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. FederalVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Rodrigo Cosenza declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014, deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, e vereador em Teresópolis (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Em 2018, 74% dos R$ 6 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 97% dos R$ 760 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32014, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Teresópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 71% · pessoas 29%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil36,0%
  • PessoalR$ 1 mil28,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 41010,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 58 doados a outros candidatos e partidosR$ 95325,0%
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
7 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 16% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 70%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil73,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4507,4%
  • PessoalR$ 2003,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 93115,4%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 760
doações de pessoas
pessoas 13% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 760
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 73596,7%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 doados a outros candidatos e partidosR$ 253,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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