David Loureiro Coelho

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David Loureiro Coelho
8 eleições entre 1996 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
67 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor
redes informadas ao TSE
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Davi Loureiro (David Loureiro Coelho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São Fidélis em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 23.183 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por RJ pelo REPUBLICANOS. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 79 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 30 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 26 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 220 mil em 2012 e R$ 514 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

9.757 votos em 2012 · 8 eleições · 2026 em disputa

A votação de David Loureiro Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 144 mil em receitas · R$ 100 mil em gastos contratados

Davi Loureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2018, prefeito em São Fidélis (RJ) em 2012, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 79 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 35 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil); R$ 89 mil já foram pagos. Em 2012, R$ 220 mil em gastos contratados; em 2010, 42% dos R$ 514 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 144 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 100 milcontratados, parcial; R$ 89 mil pagos
Gastos em 2012R$ 220 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 144 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 55% · Fundo Partidário 15% · pessoas 24% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 100 mil
pago até agora: R$ 89 mil (89%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil29,7%
  • Materiais impressosR$ 28 mil27,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil26,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil5,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 374 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil11,3%
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 900
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 632 mil
41 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 13% · partido 21% · pessoas 33% · empresas 7% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 220 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40 mil18,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 29 mil13,3%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 29 mil13,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil10,5%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 54 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 99 mil44,9%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 514 mil
68 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 67% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 514 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 215 mil41,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 72 mil13,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 47 mil9,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 42 mil8,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 139 mil27,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000 e 2004 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885