Matheus Neto

Foto de Matheus Rodrigues da Costa Neto
Matheus Neto
Matheus Rodrigues da Costa Neto (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2014 · último partido PR
39 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Matheus Neto (Matheus Rodrigues da Costa Neto) disputou 4 eleições entre 2004 e 2014, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Rio Bonito em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 18.208 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 219 mil de outros recursos do partido, R$ 126 mil de doações privadas (80 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 351 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 115 mil), pessoal (R$ 109 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 283 mil.

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Evolução da votação nas eleições

18.208 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Matheus Rodrigues da Costa Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 351 mil em receitas · R$ 351 mil em gastos contratados

Matheus Neto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Rio Bonito (RJ) em 2012, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 219 mil de outros recursos do partido, R$ 126 mil de doações privadas (80 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 351 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 115 mil) e pessoal (R$ 109 mil). Em 2012, R$ 283 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 351 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 351 milcontratados
Gastos em 2012R$ 283 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 351 mil
80 doadores pessoas físicas
partido 62% · pessoas 36% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 351 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 115 mil32,7%
  • PessoalR$ 109 mil30,9%
  • Materiais impressosR$ 42 mil12,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 31 mil8,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 657 lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil15,5%
2012Prefeito, Rio Bonito (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 362 mil
238 doadores pessoas físicas
pessoas 91% · empresas 5% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 283 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 109 mil38,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 65 mil23,0%
  • Materiais impressosR$ 48 mil16,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil5,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 24 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil16,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892