Debora Guimarães

Foto de Debora Siqueira Nunes Guimarães
Debora Guimarães
Debora Siqueira Nunes Guimarães (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2018 · PP
41 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Comerciário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Debora Guimarães (Debora Siqueira Nunes Guimarães) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputada estadual, deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RJ: 121 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 43% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

121 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Debora Siqueira Nunes Guimarães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 26 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos

Debora Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2014, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil). Em 2014, 43% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 26 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 71% · partido e outras campanhas 29%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil57,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil42,1%
2014Deputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 24%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil42,6%
  • PessoalR$ 80023,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 75022,0%
  • Materiais impressosR$ 40511,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892