Fred Kohler

Foto de Carlos Frederico Kohler
Fred Kohler
Carlos Frederico Kohler (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PC do B
51 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fred Kohler (Carlos Frederico Kohler) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Macaé em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 36.334 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 25). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 123 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.640 votos em 2014 (anulados) · 8 eleições

A votação de Carlos Frederico Kohler em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Fred Kohler declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2006, R$ 123 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 7 milcontratados
Gastos em 2006R$ 123 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 58%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil55,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil44,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 250,4%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 32% · empresas 22% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil26,9%
  • PessoalR$ 25 mil20,2%
  • Encargos sociaisR$ 10 mil7,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 96 lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil42,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892