Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastora Márcia Chereghini (Márcia Pereira Chereghini de Paula) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para prefeita, vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Itaguaí em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputada federal por RJ: 14.752 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Itaguaí/RJ, declarou R$ 46 mil em receitas, de doações privadas (24 doadores). Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 16 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 70% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
3.103 votos em 2012 · 5 eleições
A votação de Márcia Pereira Chereghini de Paula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 46 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados
Pastora Márcia Chereghini declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Itaguaí (RJ) em 2008, e prefeita em Itaguaí (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 46 mil em receitas, de doações privadas (24 doadores). Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Em 2008, 70% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 46 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 31 milcontratados
Gastos em 2008R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 14% · pessoas 43% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil69,6%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1160,9%
Outras 1 categoriaR$ 4 mil29,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE14.752GRJ · 42 anos · Superior completo · Pedagogo · PPS · nº 2310 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PTB / PPS
Vereador · 2000ELEITO498LItaguaí, Rio de Janeiro · 40 anos · Superior completo · PPS · nº 23110 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PT do B / PPS / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.