- Militância e mobilização de ruaR$ 276 mil38,8%
- Serviços de terceirosR$ 84 mil11,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 75 mil10,6%
- PessoalR$ 56 mil7,9%
- Outras 11 categoriasR$ 219 mil30,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valle (Alexandre Valle Cardoso) disputou 7 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 27.288 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 48,4 milhões empenhados em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 6 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Itaguaí/RJ, declarou R$ 710 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 709 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 276 mil), serviços de terceiros (R$ 84 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 75 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 510 mil em 2020 e R$ 2,3 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alexandre Valle Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valle declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Itaguaí (RJ) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 710 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 709 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 276 mil) e serviços de terceiros (R$ 84 mil). Em 2020, R$ 510 mil em gastos; em 2018, 67% dos R$ 2,3 milhões em gastos foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Valle teve R$ 48,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 31 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 6 municípios. Já foram pagos R$ 43,8 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (85%). As cidades que mais receberam foram Niterói, São Paulo e Itaguaí.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 11,9 milhões | R$ 9,7 milhões | 82% | 5 | 0 |
| 2018 | R$ 14,2 milhões | R$ 12,5 milhões | 88% | 8 | 2 |
| 2017 | R$ 12,3 milhões | R$ 12,3 milhões | 100% | 10 | 1 |
| 2016 | R$ 10,1 milhões | R$ 9,3 milhões | 92% | 8 | 4 |
| Total | R$ 48,4 milhões | R$ 43,8 milhões | 90% | 31 | 6 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.