Samuquinha (Samuel Correa da Rocha Júnior) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010; vereador de Duque de Caxias em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 32.563 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 78 mil em 2012 e R$ 242 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
11.771 votos em 2014 · 8 eleições
A votação de Samuel Correa da Rocha Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Samuquinha declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014, vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2008, e prefeito em Duque de Caxias (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Em 2012, R$ 78 mil em gastos contratados; em 2010, 41% dos R$ 242 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2014R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 78 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 7% · pessoas 2% · empresas 24% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 115 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 3 mil2,6%
Outras 5 categoriasR$ 112 mil97,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE2.514LDuque de Caxias, Rio de Janeiro · 28 anos · Superior incompleto · PPB · nº 11622 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PHS
Vereador · 1996SUPLENTE2.792LDuque de Caxias, Rio de Janeiro · 24 anos · Superior incompleto · PL · nº 22622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.