João Miranda

Foto de João José Oliveira Miranda
João Miranda
João José Oliveira Miranda (nome civil)
9 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSOL
63 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Miranda (João José Oliveira Miranda) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, deputado federal, vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 607 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PR, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 473) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 61). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 768 em 2016 (52% com cessão ou locação de veículos) e R$ 1 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

181 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de João José Oliveira Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

João Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006 e 2014, vereador em Piraquara (PR) em 2008 e 2016, prefeito em Piraquara (PR) em 2012, e deputado federal por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 473). Em 2016, 52% dos R$ 768 em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2014, 86% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 768contratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil55,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 47317,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 612,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar" e R$ 170 doados a outros candidatos e partidosR$ 67024,7%
2016Vereador, Piraquara (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 768
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 768
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40052,1%
  • Materiais impressosR$ 16421,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8711,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 688,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 506,5%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 64% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 95086,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1019,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 49 doados a outros candidatos e partidosR$ 494,5%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Prefeito, Piraquara (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 760
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 750
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 750100,0%
2008Vereador, Piraquara (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 800
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 800100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892