- Serviços advocatíciosR$ 2 mil34,6%
- Serviços contábeisR$ 2 mil34,6%
- Serviços de terceirosR$ 80013,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2304,0%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 75213,0%
Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para senador pelo Piauí, Toinho Dufrango (MOBILIZA) teve 1.858 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida). Esses votos não entram nos votos válidos. Toinho Dufrango (Antônio Almeida de Sousa) disputou 12 eleições entre 2004 e 2026, para senador, vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por PI: 30.752 votos. Na campanha de 2026 para senador por PI, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil), serviços contábeis (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 800). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 9 mil em 2024 (47% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 20 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Almeida de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Toinho Dufrango declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: senador por Piauí em 2010 e 2026, vereador em Teresina (PI) em 2012, 2016, 2020 e 2024, deputado federal por Piauí em 2014 e 2022, e deputado estadual por Piauí em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2024, 47% dos R$ 9 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2022, 41% dos R$ 20 mil em gastos foram com produção de jingles, vinhetas e slogans. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.