- Materiais impressosR$ 1796,1%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 62 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil93,9%
Mariano do Ferro Velho (Epaminondas Mariano da Cruz) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Ponta Grossa/PR: 25 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Ipiranga/PR, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 441 de outras campanhas, R$ 622 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 700) e publicidade por materiais impressos (R$ 179). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 65, 100% com encargos financeiros e taxas bancárias.
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A votação de Epaminondas Mariano da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mariano do Ferro Velho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ponta Grossa (PR) em 2008, e vereador em Ipiranga (PR) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 441 de outras campanhas, R$ 622 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 700). Em 2008, 100% dos R$ 65 em gastos contratados foram com encargos financeiros e taxas bancárias.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.