- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 572 mil35,4%
- Serviços de terceirosR$ 400 mil24,7%
- Materiais impressosR$ 225 mil13,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 143 mil8,9%
- Outras 13 categoriasR$ 278 mil17,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Reni Pereira (Reni Clóvis de Souza Pereira) disputou 5 eleições entre 2002 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Foz do Iguaçu em 2012; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Foz do Iguaçu/PR: 75.289 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Foz do Iguaçu/PR, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 690 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 552 mil de doações privadas (240 doadores), R$ 309 mil de empresas e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 572 mil), serviços de terceiros (R$ 400 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 225 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 371 mil em 2010 e R$ 169 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Reni Clovis de Souza Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reni Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006 e 2010, e prefeito em Foz do Iguaçu (PR) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 690 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 552 mil de doações privadas (240 doadores), R$ 309 mil de empresas e R$ 61 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 572 mil) e serviços de terceiros (R$ 400 mil). Em 2010, R$ 371 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 169 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.