- PessoalR$ 340 mil75,6%
- Materiais impressosR$ 35 mil7,8%
- Serviços de terceirosR$ 23 mil5,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil1,2%
- Locação de imóveisR$ 3 mil0,8%
- Outras 9 categoriasR$ 43 mil9,5%
João Pavinato (João Dalmacio Pavinato) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cambé em 2012 e 2008; vereador de Cambé em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Cambé/PR: 28.080 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por PR, declarou R$ 458 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com pessoal (R$ 340 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e serviços de terceiros (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 281 mil em 2012 e R$ 8 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Dalmacio Pavinato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Pavinato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Cambé (PR) em 2008 e 2012, e deputado federal por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 458 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com pessoal (R$ 340 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil). Em 2012, R$ 281 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 8 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.