- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil74,3%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4585,7%
- Serviços de terceirosR$ 3744,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3003,8%
- Outras 7 categoriasR$ 92711,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Regina (Regina Celia Colanzi Vegas Fonseca) disputou 1 eleição, em 2012, para vereadora em Cambará/PR, com 115 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Cambará/PR, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 720 de outras campanhas, R$ 420 de doações privadas (5 doadores), R$ 6 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 458) e serviços de terceiros (R$ 374).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Professora Regina declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Cambará (PR) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 720 de outras campanhas, R$ 420 de doações privadas (5 doadores), R$ 6 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 458).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.