7 eleições entre 2004 e 2020 · último partido CIDADANIA
54 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Renaldo da Rodrigues (Renaldo Rodrigues) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Araucária em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 14.024 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Araucária/PR, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 66 mil em 2018 (67% com pessoal) e R$ 101 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
933 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Renaldo Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos
Renaldo da Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2014 e 2018, e vereador em Araucária (PR) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2018, 67% dos R$ 66 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 101 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 24 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 66 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil17,1%
PessoalR$ 8 mil11,7%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil7,0%
Outras 10 categoriasR$ 18 mil25,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.