Denilson Teixeira (Denílson Francisco Teixeira) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Arcos em 2016; vereador de Arcos em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MG: 15.121 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 526 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 150 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 512 mil, principalmente com pessoal (R$ 315 mil), serviços de terceiros (R$ 72 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 230 mil em 2020 e R$ 210 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
10.224 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de Denilson Francisco Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 526 mil em receitas · R$ 512 mil em gastos
Denilson Teixeira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Arcos (MG) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2010 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 526 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 150 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 512 mil, principalmente com pessoal (R$ 315 mil) e serviços de terceiros (R$ 72 mil). Em 2020, R$ 230 mil em gastos; em 2016, R$ 210 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 526 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 512 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 230 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 17 categoriasinclui R$ 106 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil51,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022SUPLENTE10.224GMG · 51 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PSD · nº 5511 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO8.486LArcos, Minas Gerais · 49 anos · Branca · Superior completo · Prefeito · CIDADANIA · nº 23 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.