- Combustíveis e lubrificantesR$ 21 mil60,4%
- Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil5,1%
- Materiais de expedienteR$ 2 mil4,2%
- Outras 1 categoriainclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil30,4%
Demerval Silva (Demerval Pereira da Silva) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Nazária/PI: 2.849 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Nazária/PI, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil), correspondências e despesas postais (R$ 2 mil) e materiais de expediente (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 21 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Demerval Pereira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Demerval Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Nazária (PI) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido e R$ 2 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 21 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.