Oliveira Junior

Foto de Miguel Borges de Oliveira Junior
Oliveira Junior
Miguel Borges de Oliveira Junior (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PT
52 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Pecuarista
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Oliveira Junior (Miguel Borges de Oliveira Júnior) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Miguel Alves em 2016; vereador de Miguel Alves em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Miguel Alves/PI: 11.333 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Miguel Alves/PI, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 93 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 101 mil em 2016 e R$ 155 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

8.737 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Miguel Borges de Oliveira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 105 mil em receitas · R$ 93 mil em gastos

Oliveira Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Miguel Alves (PI) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Piauí em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 75 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 93 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil). Em 2016, R$ 101 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 155 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 93 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 101 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Miguel Alves (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
13 doadores pessoas físicas
FEFC 17% · pessoas 72% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 93 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 54 mil58,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil15,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil10,8%
  • Serviços contábeisR$ 5 mil5,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 926 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil10,7%
2016Prefeito, Miguel Alves (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil31,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil15,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil13,7%
  • Materiais impressosR$ 12 mil11,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil27,4%
2014Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
34 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 55% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 155 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 44 mil28,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil20,7%
  • Materiais impressosR$ 26 mil17,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil15,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 28 mil18,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Miguel Alves (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 208 mil
31 doadores pessoas físicas
pessoas 29% · empresas 3% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 144 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 70 mil48,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil29,5%
  • Materiais impressosR$ 18 mil12,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil6,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil2,8%
2008Prefeito, Miguel Alves (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
51 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 57% · empresas 12% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil22,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil6,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil4,1%
  • Bens permanentesR$ 3 mil3,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 88 lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil63,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892