Valdenor Alves de Sousa

Foto de Valdenor Alves de Sousa
Valdenor Alves de Sousa
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PT
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Valdenor Sousa (Valdenor Alves de Sousa) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Esperantina/PI: 97 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Esperantina/PI, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 843 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 832 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 707, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 697) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

26 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Valdenor Alves de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 707 em gastos

Valdenor Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Esperantina (PI) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 843 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 832 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 707, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 697) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Em 2012, R$ 1 mil em gastos contratados; em 2008, 79% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 707campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Esperantina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
FEFC 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 707
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 69798,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 101,5%
2012Vereador, Esperantina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 61% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30024,0%
  • Materiais impressosR$ 29023,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 66052,8%
2008Vereador, Esperantina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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