Nixon Dario Lages Teles de Oliveira

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Nixon Dario Lages Teles de Oliveira
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido REDE
46 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
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Nixon Dario (Nixon Dário Lages Teles de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PI: 488 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PI, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 355 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 10 de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2014 (42% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

488 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Nixon Dario Lages Teles de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 4 mil em receitas

Nixon Dario declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Esperantina (PI) em 2012, e deputado federal por Piauí em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 355 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 10 de recursos próprios. Em 2014, 42% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos; em 2012, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 91% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado federal, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
pessoas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil10,5%
  • Materiais impressosR$ 94910,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil64,2%
2012Vereador, Esperantina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 62% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 35018,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 669 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil81,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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