Segundo o Radar do Voto, Junior Matuto (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por Pernambuco em 2026, com 28.645 votos, pelo resultado oficial do TSE. Junior Matuto (Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Paulista em 2016 e 2012; vereador de Paulista em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Paulista/PE: 81.185 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PE, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 188 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 214 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 159 mil), militância e mobilização de rua (R$ 28 mil) e locação de imóveis (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2 milhões em 2024 e R$ 182 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
28.645 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 191 mil em receitas · R$ 214 mil em gastos contratados
Junior Matuto declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Paulista (PE) em 2008, deputado estadual por Pernambuco em 2010, 2022 e 2026, e prefeito em Paulista (PE) em 2012, 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 191 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 188 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 214 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 159 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 28 mil); R$ 17 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 2 milhões em gastos; em 2022, 41% dos R$ 182 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 191 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 214 milcontratados, parcial; R$ 17 mil pagos
Gastos em 2024R$ 2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil10,4%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2232,3%
Outras 2 categoriasinclui R$ 35 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil58,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.