Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti

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Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti
10 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PCB
69 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Paulo Camelo (Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti) disputou 10 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por PE: 4.436 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Garanhuns/PE, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 600 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 7 mil), pessoal (R$ 7 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2018 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

853 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Paulo Camelo de Holanda Cavalcanti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 37 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos

Paulo Camelo declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Garanhuns (PE) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Pernambuco em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 600 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 7 mil). Em 2018, 49% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 55% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros.

Receitas em 2020R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Garanhuns (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 35 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 7 mil19,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil10,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 30menos de 0,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil67,1%
2018Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
FEFC 81% · pessoas 15% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil49,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil19,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil10,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 198 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil21,2%
2016Prefeito, Garanhuns (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 79% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil55,3%
  • Materiais impressosR$ 70014,9%
  • Locação de imóveisR$ 3006,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil23,4%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido 76% · pessoas 11% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 90012,8%
  • Serviços de terceirosR$ 80011,4%
  • Materiais impressosR$ 3004,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil71,5%
2012Prefeito, Garanhuns (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil68,4%
  • Locação de imóveisR$ 60031,6%
2010Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil98,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 381,9%
2008Prefeito, Garanhuns (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 49% · empresas 24% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 97247,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil52,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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