- Materiais impressosR$ 366 mil37,2%
- Serviços de terceirosR$ 141 mil14,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 107 mil10,9%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil10,2%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 36 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 271 mil27,5%

Segundo o Radar do Voto, Josimara Cavalcanti (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada estadual por Pernambuco em 2026, com 29.158 votos, pelo resultado oficial do TSE. Josimara Cavalcanti (Josimara Cavalcanti Rodrigues Yotsuya) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: prefeita de Dormentes em 2020; vice-prefeita de Dormentes em 2016; vereadora de Dormentes em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por PE: 29.158 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PE, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 560 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário e R$ 124 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 985 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 366 mil), serviços de terceiros (R$ 141 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 107 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 147 mil em 2020 e R$ 60 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Josimara Cavalcanti Rodrigues Yotsuya em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Josimara Cavalcanti declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Dormentes (PE) em 2008, 2012 e 2020, e deputada estadual por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 560 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário e R$ 124 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 985 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 366 mil) e serviços de terceiros (R$ 141 mil); R$ 790 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 147 mil em gastos; em 2012, R$ 60 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.