João Mendonça (João Mendonça Bezerra Jatobá) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Belo Jardim em 2012, 2004 e 2000; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por PE: 26.527 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Belo Jardim/PE, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 121 mil de doações privadas (64 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), publicidade por carros de som (R$ 23 mil) e publicidade por adesivos (R$ 19 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 178 mil em 2012 (41% com comícios) e R$ 97 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
18.686 votos em 2012 (eleito) · 8 eleições
A votação de João Mendonça Bezerra Jatobá em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 144 mil em receitas · R$ 144 mil em gastos contratados
João Mendonça declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2010, e prefeito em Belo Jardim (PE) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 121 mil de doações privadas (64 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e publicidade por carros de som (R$ 23 mil). Em 2012, 41% dos R$ 178 mil em gastos contratados foram com comícios; em 2010, R$ 97 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 144 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 144 milcontratados
Gastos em 2012R$ 178 milcontratados, campanha encerrada
Outras 6 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 85 mil87,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016—LBelo Jardim, Pernambuco · 49 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PSB · nº 40 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 1998ELEITO26.527GPE · 31 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25105 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB
Prefeito · 1996NÃO ELEITO15.269LBelo Jardim, Pernambuco · 29 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO · MÉDIA18.754GPE · 27 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25105 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.