Carmen Miriam declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Agrestina (PE) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 450 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 125 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 28 mil). Em 2016, R$ 114 mil em gastos contratados; em 2012, 41% dos R$ 48 mil em gastos contratados foram com produção de jingles, vinhetas e slogans.
Receitas em 2020R$ 129 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 125 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 114 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 129 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · pessoas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 125 mil
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 29 mil23,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 28 mil22,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil11,5%
- Serviços de terceirosR$ 12 mil9,3%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil33,5%
Arrecadado
R$ 71 mil
18 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 70% · pessoas 29% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 114 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por carros de somR$ 29 mil24,9%
- Publicidade por adesivosR$ 19 mil16,2%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil14,2%
- Materiais impressosR$ 15 mil13,0%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil31,8%
Arrecadado
R$ 62 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 67% · empresas 4% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20 mil41,4%
- Materiais impressosR$ 14 mil28,3%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil12,4%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil10,4%
- Outras 3 categoriasR$ 4 mil7,5%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 126 mil
15 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 14% · empresas 83%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 25 mil19,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil16,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil12,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil7,1%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil44,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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