Adailto Barros (Adailto Barros de Souza) disputou 8 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PB: 656 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por PB, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 10 mil em 2020 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 46 em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
43 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Adailto Barros de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1 mil em receitas
Adailto Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2006, 2010, 2018 e 2022, e prefeito em Mãe D Água (PB) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Em 2020, 50% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 100% dos R$ 46 em gastos foram com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito.
Receitas em 2022R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2018—GPB · 56 anos · Branca · Ensino fundamental incompleto · Produtor Agropecuário · AVANTE · nº 7033 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Federal · 2006—GPB · 44 anos · Ensino fundamental incompleto · Comerciante · PT · nº 1377 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2006—GPB · 44 anos · Ensino fundamental incompleto · Comerciante · PT · nº 13770 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE10LMãe D Água, Paraíba · 42 anos · Lê e escreve · Agricultor · PT · nº 13777 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.